O vídeo disponibilizado pelo Seminário Integrador IV é maravilhoso! São vários depoimentos de educadores que puxam pela memória passagens da sua educação quando criança, enfim, o que lhes marcou nessa época. Alguns citaram o professor desafiador, o respeitoso que acolhia a turma e não esquecia de dar um toque no braço do aluno pelo menos para expressar sentimentos de respeito e confiança, outros falaram em educação integral, um todo, o conjunto. Aí surge Rubem Alves exemplificando que as coisas que não nos são úteis e não nos dão prazer parecem como a água do macarrão onde aproveitamos o macarrão e a água desprezamos. O vídeo tem como título "O Saber e o Sabor". A partir disso, Paulo Freire lembra que o saber acontece na cabeça, enquanto que o sabor acontece na língua, na degustação. Saber é um coisa necessária, porém com suas comparações ele diz que o que adianta saber fazer a comida e não sentir o seu sabor, ou seja, degustá-la. Fala que saber e sabor tem a mesma origem etimológica. Diz que o sábio é especialista em sabor (sábio em latim quer dizer degusta). Resumindo, ele coloca que temos que além de saber, degustar o que sabemos, saborear nossos conhecimentos.O professor do futuro não deve ser aquele repetidor de conteúdos congelados num livro. A palestra de Vasco Moretto já afirmava isto. A educação se modificará quando o professor olhar para o aluno de outra maneira, tendo a mesma curiosidade e vontade em aprender e juntar-se ao aluno na busca C do novo. Rubem Alves diz "Educar não é ensinar a resposta, educar é ensinar a pensar." Complementando com Vasco Moretto que diz que a nossa tarefa é formar pensadores, não repetidores de idéias.
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sexta-feira, 6 de junho de 2008
O Saber e o Sabor
O vídeo disponibilizado pelo Seminário Integrador IV é maravilhoso! São vários depoimentos de educadores que puxam pela memória passagens da sua educação quando criança, enfim, o que lhes marcou nessa época. Alguns citaram o professor desafiador, o respeitoso que acolhia a turma e não esquecia de dar um toque no braço do aluno pelo menos para expressar sentimentos de respeito e confiança, outros falaram em educação integral, um todo, o conjunto. Aí surge Rubem Alves exemplificando que as coisas que não nos são úteis e não nos dão prazer parecem como a água do macarrão onde aproveitamos o macarrão e a água desprezamos. O vídeo tem como título "O Saber e o Sabor". A partir disso, Paulo Freire lembra que o saber acontece na cabeça, enquanto que o sabor acontece na língua, na degustação. Saber é um coisa necessária, porém com suas comparações ele diz que o que adianta saber fazer a comida e não sentir o seu sabor, ou seja, degustá-la. Fala que saber e sabor tem a mesma origem etimológica. Diz que o sábio é especialista em sabor (sábio em latim quer dizer degusta). Resumindo, ele coloca que temos que além de saber, degustar o que sabemos, saborear nossos conhecimentos.O professor do futuro não deve ser aquele repetidor de conteúdos congelados num livro. A palestra de Vasco Moretto já afirmava isto. A educação se modificará quando o professor olhar para o aluno de outra maneira, tendo a mesma curiosidade e vontade em aprender e juntar-se ao aluno na busca C do novo. Rubem Alves diz "Educar não é ensinar a resposta, educar é ensinar a pensar." Complementando com Vasco Moretto que diz que a nossa tarefa é formar pensadores, não repetidores de idéias.domingo, 1 de junho de 2008
Medindo...
Gostei muito da sugestão de atividade que encontrei em Matemática (uma colega também já havia mencionado na aula presencial) para realizarmos medições com as crianças utilizando medidas não convencionais. Quero aplicar esta atividade. Penso que será muito bem aceita pelos meus alunos, pois eles gostam de atividades diferenciadas e, ainda, essa atividade contribuirá para a utilização futuras medidas convencionais.Importância da Linguagem

Assistindo a palestra de Vasco Moretto percebemos a necessidade de sermos um professor competente no nosso dia-a-dia diante das situações conflitantes. Vasco Moretto demonstrou muito bem que competência não se adquire, nós a desenvolvemos. Apontou também muitos erros que professores fazem na sua comunicação com o aluno, daí a importância da linguagem. Não posso me esquecer do exemplo dado por ele: um professor coloca como pergunta "em quantas parte se divide o corpo de um crustáceo?" o aluno responde "depende da cacetada que eu der". Está errado? Para o professor sim, pois isto não era o que o professor queria ouvir. Entretanto, se o professor iniciasse a pergunta dele falando das aulas onde aprenderam sobre os crustáceos e seus hábitos para então em cima disso perguntar das divisões do corpo, o aluno, a partir deste enunciado começaria a situar-se na sua aprendizagem e com certeza saberia responder à questão. Vasco Moretto defende muito que devemos formar alunos pensadores e não repetidores de conhecimentos. Enfim, a palestra dele foi pertinente. É uma pena que teve pouco tempo para expor seus pensamentos, havendo necessidade dele resumir seus ensinamentos. Mas, conheci um homem inteligente e da próxima vez que estiver em Sapiranga não podemos perder seus ensinamentos.
domingo, 25 de maio de 2008
Texto Colaborativo
Fazendo o texto colaborativo percebo a importância de sempre estar trabalhando com o nosso aluno as formas de cooperação, colaboração e interação. Mesmo não tendo laboratório de informática na maioria das escolas, essa é uma tendência para nosso futuro próximo.Vejam como está sendo vista a aprendizagem colaborativa
Estamos incorporando ao processo de aprendizagem colaborativa o paradigma da interdisciplinaridade, da interatividade e da cooperação. Este é o paradigma da escola do terceiro milênio que, intermediado pela tecnologia, oportuniza a construção compartilhada do conhecimento. E, é justamente aqui que as aplicações das novas tecnologias da informação e da comunicação têm papel de destaque. Utilizar estas ferramentas para otimização do novo paradigma implica em rever concepções sobre interação, cooperação e colaboração e ao final incorporá-los aos ambientes de aprendizagem computadorizados.
Ana Margô Mantovani
domingo, 18 de maio de 2008
Conceito de sombra

Trabalho realizado numa roda de chimarrão com minhas três irmãs.
Para conseguirmos construir um conceito para sombra não foi tão fácil quanto pareceu ser. Hipóteses surgidas:
Sombra é o espaço onde a luz não conseguiu chegar devido ao objeto colocado em frente à luz.
Sombra é a imagem de um objeto que gera a sombra ( confuso, não? )
Sombra é muito bom quando estamos com calor, né?
Parecíamos crianças tentando adivinhar um conceito para a chamada sombra. O que ficou bem nítido para nós, adultos, que temos que observar mais a natureza e que é com ela que aprendemos muitas coisas que às vezes não damos importância. Agora mesmo, construa um conceito para sombra: ficamos uma olhando para outra e tivemos que pensar muito para chegar ao conceito de fenômeno “tão simples” da natureza; pensamos nas crianças também, se nós adultos foi “difícil” conceituar a sombra, imagina para as crianças que tem poucas vivências para compreenderem o que está a sua volta. Por fim a primeira hipótese de conceito é a que o grupo definiu como sendo tal. O trabalho foi muito válido nesse ponto.
Tempo e Espaço

A interdisciplina Representação do Mundo pelos Estudos Sociais está mudando significadamente meus conceitos quanto à ênfase do tempo e espaço. Nisso, considero que a prática docente não está me auxiliando, já que, apenas tenho experiência com Educação Infantil. Se tivesse turma mais alfabetizada, teria como fazer muito mais atividades que tenham escrita. Contudo, muitas atividades apontadas como exemplo da construção da noção de espaço, fazem parte da minha prática docente. Fazendo uma análise sobre conteúdos aprendidos no curso de magistério sobre o tema em questão existe uma grande lacuna onde percebo a pouca explanação de uma construção de conceito tão importante para o aluno. No meu aprendizado desta época interiorizei que localização espacial ficaria determinada aos conteúdos de Educação Física. Hoje, a partir da leitura das unidades do livro "Estudos Sociais: Teoria e Prática" percebo que podemos "...oferecer à criança oportunidades onde ela possa analisar os espaços sociais, compreendendo esses espaços como construções do homem, em determinado tempo de uma sociedade."
terça-feira, 13 de maio de 2008
Conceitos Matemáticos

Lendo e analisando a matéria lida envolvendo questões matemáticas, eu acrescentaria alguns aspectos na minha atividade feita anteriormente descrevendo onde haveria matemática na minha vida. Em primeiro lugar, somente apontei lugares onde encontro a matemática observando a numeração. Não observei o quesito de espaço e forma. Sendo assim, acrescento que vejo a matemática em várias outras situações observando a localização espacial, medidas, as formas dos espaços que ocupamos, enfim muito mais do que eu relatei inicialmente. Meus alunos estão construindo muitos conceitos de localização no seu dia-a-dia quando são desafiados nas atividades que envolvem conceitos como perto, longe, ao lado, à frente, em cima, embaixo... As atividades de movimentação foram poucas vezes realizadas. Realizei, no início do ano, um passeio pela escola, porém com o objetivo de conhecer os setores da escola e sua localização. Termos como amplo, grande, formato, quantidade e tamanho não foram explorados neste momento. Considerei a matéria da professora Tatiana bem pertinente, pois ela conseguiu envolver sua turma com várias atividades bem interessantes dentro do seu propósito que era desenvolver conceitos de localização e espaço físico. Algumas destas atividades, tive oportunidade de aplicar com minha turma de estágio quarta-série e ela conseguiu aplicar com muito sucesso com uma turma de primeira-série. Lendo esse material percebo, agora, que posso explorar mais esses conceitos com os meus alunos para que daqui a algum tempo mais, eu possa definir melhor a maneira como meus alunos enxergam o mundo e de que maneira o representam.
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