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domingo, 2 de dezembro de 2007

Contação de Histórias


A atividade de literatura, a contação de história em grupos, surpreendeu a todos.
Também foi de muita validade para o nosso grupo as atividades anteriores com a interdisciplina de teatro. Realmente, quando fazemos diversas atividades de descontração antes de algo importante, estamos mais relaxadas e confiantes. Foi o que aconteceu com o nosso grupo. Estávamos calmas e tudo deu certo. O professor André colocou isso pra gente e espero poder contar com isso quando chegar o momento da apresentação da banca no final do semestre.

domingo, 25 de novembro de 2007

Surpresas no Teatro

A cada aula de teatro me surpreeendo.
Depois de ler os textos para a atividade de teatro passei a refletir as minhas dramatizações. Na semana passada dramatizamos a criação do mundo onde envolvi toda a turma. Separando os materiais necessários para isso percebi que não necessitava de tanto material que só me atrapalharia na hora da apresentação. Ali eu tinha o mais importante para se fazer o teatro, os alunos. Então alguns foram apresentar sem o material e não deu nenhuma diferença no resultado. Espero, daqui para frente, valer-me disso e, que eu tenho o mais importante, o elemento humano.
Penso, também, iniciar com a turma o trabalho com mímicas. Primeiramente, deixarei eles adivinharem as minhas mímicas em diferenes afazeres do cotidiano deles. Ao longo desse trabalho pretendo que eles iniciem a fazer as mímicas também, apesar do professor ter dito que para a idade deles isso seja um pouco complicado. Porém, acho que eles brincando de adivinhar, logo serão capazes de fazer também. Sempre penso que não devemos subestimar os nossos alunos.











sábado, 17 de novembro de 2007



Brincando de trabalhar

O tempo dá experiência e qualificação ao professor, mas também pode trazer acomodação ao mesmo, fazendo o seu trabalho virar uma rotina, penso que isso aconteça com aqueles que não tem verdadeiro amor pelo que fazem, apenas cumprem o seu horário, sem motivação nenhuma e não percebem o valor do seu papel como educador e a responsabilidade que tem em suas mãos. Quem ama o que faz, faz tudo com amor, buscando sempre inovar, melhorar, e o seu trabalho se torna um brincadeira gostosa e divertida! Como disse Tânia Fortuna em entrevista, "A criança brinca de trabalhar e o adulto trabalha brincando se o seu trabalho for feito com amor e prazer". Então o tempo nesse caso só vai ajudar a melhorar o seu saber trabalhar. O período que já vivenciei no PEAD, me provocaram várias mudanças, acredito que para melhor: através da leitura dos textos das diversas interdisciplinas, das aulas presenciais e da reflexão que faço ao realizar as atividades... Dentre as mudanças, posso destacar que passei a observar mais as crianças, a diversificar mais as aulas, a utilizar a teconologia que aprendi sempre durante o processo de cada projeto de aprendizagem. Percebo que sempre posso melhorar.

domingo, 11 de novembro de 2007

Visita à BIENAL



A visita à Bienal conseguiu com que eu mudasse minha visão frente à arte. Até esse momento, a arte deveria ser clara. Assim que visualizasse uma obra eu poderia dizer que é uma obra de arte. Depois da visita, esse conceito sofreu modificações. Os mediadores que acompanharam o nosso grupo conseguiram realizar em mim essa transformação. Conforme disseram, em tudo que eu colocar sentido, significado e, principalmente, sentimentos pode ser uma obra de arte. Então, achei relevante os comentários feitos por esses mediadores. Também, a partir disso, penso que quando vamos a uma exposição sempre é válido ser acompanhado pelos mediadores, pois daí é que vem a validade dessa visita.

domingo, 4 de novembro de 2007

Brincando mais...

Nessa semana, no II Encontro Pedagógico de Educação Infantil, aprendi várias atividades e brincadeiras. A orientadora enfatizou bastante que temos que fazer uso do Atletismo com os nossos pequenos. O atletismo possui um embasamento forte para as principais atividades motoras a serem trabalhadas: correr, saltar, pular, rolar, agachar, levantar... Também realizamos atividades que continham revezamento com bola e com bastão e, iniciamos o basquete. Porém, muitas escolas (a minha) não possuem essas bolas. Mas enfim, o evento foi válido.

Grandes Receios


SIRLEI WOLSCHICK DE SOUZA
"Olá para todos!!Tenho acompanhado esse fórum desde o início. Porém estava com receio de postar alguma mensagem.Sabe quando não temos afinidade sobre o assunto, vamos esquivando, esquivando... Mas chegou o momento. O fórum encerra hoje e ainda não contribuí. As leituras realizadas desde o início das temáticas mostrou o quanto estamos trabalhando de foma equivocada a arte. Confesso que minhas aulas de arte se resumiam em trabalhos de colagens, recorte, pintura e, de vez em quando, alguma obra de um grande pintor.A última experiência que tivemos foi quando realizamos a releitura da obra de Van Gogh \"Os Girassóis\" e expomos num canto verde da área coberta da escola. "

O trecho acima foi retirado do fórum da Interdisciplina de Artes Visuais sobre a releitura de obras.

Fizemos um exercício em artes através da propaganda visual. Através dele, podemos aprender que sempre deve haver o respeito entre as diferenças e os menosprezados. Existe uma imensa diversidade de seres e que cada um tem a sua peculiaridade. Somos um ser único. Não devemos julgar o próximo e nem apontar o dedo, pois onde apontamos o dedo sempre estará outro dedo apontado para nós. Devemos analisar os fatos e as circunstâncias antes de fazermos um julgamento. Também, a televisão está aí, muitas vezes mostrando uma realidade de família para o nosso aluno que não é a dele. Precisamos estar presentes e mostrar para o aluno os caminhos para a verdade e felicidade. Enfim, através da apresentação de imagens para os alunos podemos trabalhar várias questões como cor, forma ,espessura, letras...

Repensando Conceitos

"Penso que nesses cinco anos no Magistério, adquiri muita experiência. Inicialmente, analisando a questão acima se imagina que esses termos teóricos são utilizados somente nos registros da escola e que não fazem parte do nosso cotidiano de sala de aula. Porém, a prática envolve currículo, é norteada pelo projeto político-pedagógico da escola e é totalmente didática.
Sendo assim, entendo por currículo, todos os conteúdos que devo trabalhar com o meu aluno, então, quando inicio um projeto devo observar quais conteúdos dentro das disciplinas que consigo enquadrar e que estão lá no currículo da escola.
Já no início do ano devo me lembrar que o projeto político-pedagógico da escola segue a linha pedagógica construtivista ou outra conforme a escola, então o nosso conteúdo deve ser ensinado conforme o projeto político-pedagógico da escola. Na escola que leciono, educação infantil, o projeto político-pedagógico foi elaborado conjuntamente. Nós, os professores, e a direção redigimos todo o conteúdo do projeto.
A didática é a forma como vou ensinar os conteúdos. Envolve técnicas, maneiras, recursos e muita criatividade. Saliento aqui a importância de todos os professores cursar o Magistério. Refiro-me aos professores que ingressam na faculdade sem passar pelo magistério e que não tem tantas didáticas.
A didática, dos temas abordados acima, é a mais importante. Porque se eu não procuro a melhor maneira do aluno aprender, diversificar as aulas e assim tornar as aulas dinâmicas, de nada vale ter o currículo a ser aprendido e o projeto político-pedagógico escrito lá na sala de professores ou mesmo na direção."
O trecho acima foi copiado da atividade inicial da interdisciplina de EPPC.



Revendo esses conceitos, penso que...




(postagem em construção)

domingo, 28 de outubro de 2007

Ludicidade e Educação

O príncipe sem sonhos...
Há algum tempo atrás, eu era outra pessoa. Não sei se sempre me chamei de Sirlei. Penso que passei a chamar-me de Sirlei a partir do momento que saí do comodismo, do meu casulo e resolvi voltar a estudar. Minhas duas filhas já eram mocinhas e não precisavam mais tanto de mim (que ilusão, mãe sempre é necessária). Daí para frente não parei mais. Iniciei o Magistério e trabalhava no turno oposto. No mesmo ano que me formei fiz concurso e comecei a trabalhar. Agora estou fazendo faculdade... faculdade da UFRGS. A história do príncipe sem sonhos me fez recordar tudo isso e enxergar em mim uma batalhadora. Minha irmã diz que nada cai do céu, que fazemos por merecer...

Um trecho do comentário da história:"Entretanto, “O Príncipe sem sonhos” também pode representar a esperança. A esperança contra a acomodação. A busca pelo seu próprio destino, a coragem de mudar e ser feliz. " Foi o que fiz. Tive coragem de mudar e ser feliz.

Teatro e Educação


Pequenas coisas que fazem diferença...

Durante as minhas práticas educativas percebia sempre que as crianças mostram o que são nas suas brincadeiras na atividade espontânea. Lendo o texto da autora Cleusa Machado vejo que nas atividades de teatro que foram realizadas e no próprio teatro elas também manifestam suas opiniões sobre o seu meio e as pessoas que se inserem nele: "...aquilo que o estudante acentua de comicidade, os temas que escolhe dar relevância, como elabora a composição gestual dos personagens, entre outras ações, manifestam sua opinião sobre o seu meio e sobre as pessoas que lá estão inseridas."

Tendo uma turma de pequenos, fiquei preocupada quando li um trecho da autora Ana Fuchs que diz "...na apresentação de espetáculos por po parte de alunos, é preciso ter muito cuidado, pois as pesquisas mostram que a criança muito pequena, que ainda não construiu uma relação de público e platéia, pode criar uma noção distorcida do fazer teatral, inibir-se e sentir-se constrangida... ou criar um comportamento exibicionista."

Escolho uma frase da Ana Fuchs para fechar essa postagem "Jogo dramático e jogo teatral se mesclam da mesma forma que representação e brincadeira. Trabalhar de forma integrada é sempre mais enriquecedor do que fragmentar e isolar práticas pedagógicas."

domingo, 21 de outubro de 2007

Ludicidade e Educação

Essa semana, realizando a atividade da interdisciplina de Ludicidade, pude perceber a importância dos jogos em todas as atividades e disciplinas. Sempre pensei no jogo como uma forma de atividade onde possa haver concentração e atenção. Li um trecho do texto de Caillois (1986) " o jogo é uma atividade livre e voluntária, fonte de alegria e diversão. Predomina a incerteza e o caráter improdutivo de não criar nem bens nem riquezas. Acredita que somente se joga quando é do desejo do sujeito: quando ele quer e o tempo que quiser. Acredita-se que jogo é muito mais do que uma situação estruturada pelo tipo de material." Fiquei muito apreensiva quando diz que somente se joga quando é do desejo do sujeito, quando ele quer e pelo tempo que ele quiser. Evidências disto temos em nossa sala de aula: Quando o jogo não interessa e não há o desejo, parece que as crianças participam porque a professora está "mandando" jogar. Devemos nos questionar da realização dos jogos e torná-los atrativos e disponibilizados em todas as áreas.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

TEATRO E EDUCAÇÃO

Quando do início da aula de Teatro, já fiquei preocupada. Pronto!!! Teria que representar... E sou muito tímida para isso. Aí o professor Sérgio colocou no fórum que "... quando os professores são convidados para ler um texto, apresentar um trabalho num seminário, muitas vezes são aqueles discursos improvisados em festas da família... e sempre pedem que o "professor" fale, a professora, ela que "estudou e sabe...". Então, esses momentos não são teatrais mas são da representação - na visão de outros nós é que sabemos, estudamos, temos que saber falar. Sim, é nosso compromisso saber falar, pela cidadania, pelos direitos humanos, pela ecologia, pela sexualidade etc. tantos temas transversais que atravessam o currículo e a nós mesmos. No teatro, quem não quiser se expôr no centro dos olhares pode trabalhar cooperativado: ajuda no cenário, no figurino, na maquiagem, traz algum cd, toca um instrumento, abre a cortina e até varre o palco!" Esta mensagem tranquilizou-me bastante e ao mesmo tempo colocou-me numa inquietação: será que lá na minha sala de aula, quando disponibilizamos a dramatização para os nossos aluninhos também respeitamos se querem ou gostam de participar? A partir disso, sempre questiono de que maneira querem participar das dramatizações.

Organizando Blog



Estou muito contente!!! A cada dia estou mais esperta. Estou conseguindo colocar os marcadores e adicionar imagens no meu blog. Acredito que , daqui para frente, conseguirei muitas outras conquistas.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Literatura Infantil

O curso da Ufrgs está, aos poucos, propiciando-me várias aprendizagens. Em virtude de algus textos não estarem sendo disponibilizados na biblioteca do Rooda, tive a chance de aprender a operar uma máquina de xerox para dispor dos textos solicitados. Assim, estou somando as aprendizagens tecnológicas. Que bom!!!

Artes Visuais

Essa semana tive um novo aprendizado. Sempre pensei que releitura de obras seria fazer uma cópia da obra utilizando outros materiais.
"Há uma grande distância entre releitura e cópia. A cópia diz respeito ao aprimoramento técnico, sem transformação, sem interpretação, sem criação. Já na releitura há transformação, interpretação, criação com base num referencial, num texto visual que pode estar explícito ou implícito na obra final. Aqui o que se busca é a criação e não a reprodução de uma imagem.
No entanto, muitos professores, em nome da Proposta Triangular,estão trabalhando a releitura como cópia nas escolas."
Segundo Pillar (1991, p.18) Texto retirado do rooda/aulas na interdisciplina de artes Visuais.

sábado, 29 de setembro de 2007

Literatura Infantil

Assistindo à aula presencial de literatura, mudei a minha visão sobre contagem de histórias. A professora Gládis falou com muita convicção, positivamente, da contagem correta das histórias. Antes, pensava que toda a história que estava contando deveria ter um conteúdo a ser trabalhado, tanto que isso é cobrado pela coordenação da escola. Esse fato era uma evidência para mim. Porém, depois dos argumentos da professora, percebo que as crianças têm o direito de ouvir a história só por ouvir, só por prazer e sem a cobrança de posteriores atividades.