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domingo, 16 de novembro de 2008

Desigualdades educativas e sociais

Refletindo, posso afirmar que as desigualdades sociais e educativas existem, porém não podemos atribuir o montante da culpa num só segmento. Existe um conjunto de fatores conforme explica o autor quando diz que “A falta de qualidade do ensino público é apresentada de maneira recorrente para explicar as dificuldades da rede pública brasileira. Ora, a falta de qualidade de uma organização é freqüentemente explicada pela falta de qualidade de seus atores: alunos, docentes, administradores e pais”(AKKARI, A. J.) Sendo assim, penso que a educação brasileira precisa de reformas para amenizar as desigualdades educativas e sociais. Mas que, acima de tudo ainda, pensar em ações coletivas para isso. Ações que valorizem o profissional da educação para que assuma seu papel frente à sociedade. A mudança de mentalidade e de atitudes dos profissionais da educação na formação de alunos críticos e criativos é indispensável para que possam assumir e resolver seus próprios problemas como são.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Avaliação PAs

Penso que o trabalho em conjunto traz bastante riqueza para os integrantes. Concordo com o professor Crediné quando ele diz que trabalho em grupo não é somente uma divisão de tarefas. Quem pensa ainda assim, não conseguirá atingir os objetivos de qualquer trabalho solicitado. O trabalho em grupo é, além de tudo, um momento para enxergar como os meus colegas pensam sobre determinado assunto, como posso interagir e acrescentar meus conhecimentos, é dividir as aprendizagens e dificuldades encontradas, é apresentar meu ponto de vista, porém respeitando as idéias dos colegas, enfim, o trabalho em grupo está me proporcionando momentos muito satisfatórios. Acredito que estou aprendendo muito mais nos trabalhos de grupo do que quando temos um monte de textos para serem lidos e refletidos sem termos com quem confrontar idéias. Estou achando muito válidos os PAs. Meu grupo estava bem enturmado e tudo colaborou para o andamento do projeto. Já tive experiência em trabalhos de grupo que não deram muito certo. Então quando iniciou fiquei meio receosa, mas tudo acabou terminando bem com colegas maravilhosas, tínhamos contato quase que diariamente, houve bastante pesquisa, houve erros e muitos acertos, houve respeito pelas idéias do outro e muita aprendizagem.
Preciso acrescentar minhas dificuldades em trabalhar com o mapa conceitual. Em primeiro lugar, não consegui baixar o programa. Então, minha colega de grupo Michelle B. tentou me explicar e ajudar, mas mesmo assim, apesar do enorme esforço dela, não consegui, parece que bloqueei para essa aprendizagem. Mas tudo bem. Tentarei em outra oportunidade. Quero reforçar a idéia sobre sermos adultos e tomar iniciativas. Comecei a pensar e conclui que os projetos tomariam bem outro rumo (muito melhor) se todos tivessem tomado iniciativas de começar (me refiro a todos os projetos). Os projetos teriam deslanchado mais. Enfim... Mais um aprendizado!

domingo, 2 de novembro de 2008

Trabalho Docente

Dentre todas as comparações feitas pelo autor, a que mais me angustiou é que, nós professores, agimos sobre nosso objeto de trabalho sem saber ao certo se os resultados foram realmente atingidos. Nós professores, educadores temos a importante tarefa de buscar cada vez mais oferecer uma escola que desperte o interesse e o prazer pela busca da aprendizagem e do crescimento individual e coletivo.
Podemos dizer que a pedagogia deve ser associada a uma prática social global e complexa, interativa e simbólica ao mesmo tempo. Analisando o trabalho docente, o professor é sujeito do seu próprio trabalho e ator da sua pedagogia, ou seja, da prática do profissional “... guiada por uma ética do trabalho confrontada diariamente com problemas para as quais não existem receitas prontas, mas que podem ser apoiadas numa visão de mundo, de homem e de sociedade.” (Tardiff)

domingo, 26 de outubro de 2008

FUNDEB


A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que cria o Fundeb frustra em muito as expectativas das organizações, movimentos, fóruns e redes da sociedade civil que atuam pelo direito à educação pública de qualidade e que enxergavam na proposta do novo fundo uma grande oportunidade de revisão dos mecanismos de financiamento da educação básica, especialmente no tocante à redução das desigualdades regionais e a melhoria da qualidade dos sistemas públicos de ensino.
O Brasil precisa de um Fundeb forte que responda aos desafios do conjunto da educação básica – das creches ao ensino médio, além das modalidades (educação de jovens e adultos, educação indígena, educação profissional e educação especial – destinada a portadores de deficiências físicas e/ou mentais). Esse é o desejo dos profissionais de educação, dos que não tem acesso ao sistema educacional e da sociedade brasileira que acredita que não há presente e futuro para um país sem investimento em uma educação pública de qualidade para todos e todas.

domingo, 19 de outubro de 2008

Marx e Mészarós



Primeiramente quero colocar que aprecio atividades que oferecem debates no fórum. Percebo-as como sendo muito construtivas devido às diferentes opiniões colocadas que sempre auxiliam no entendimento mais claro dos textos apresentados. E, as discussões que surgem são riquíssimas para nosso aprendizado, pois segundo Paracelso diz no texto “A aprendizagem é a nossa vida, desde a juventude até a velhice, de fato até à morte; ninguém vive durante dez horas sem aprender” As idéias de Marx são polêmicas tanto a nível de esclarecimento e, pela compreensão da totalidade social. Vejo a necessidade de haver transformações sociais sistematizadas a um novo sistema de ensino. Marx quis implantar uma educação para operários e trabalhadores. Conforme falas do fórum, aqui podemos remeter a Paulo Freire que também destinou seu método preferencialmente a alfabetização de adultos em especial os operários e camponeses. Sendo a educação um ato político, ela acaba inevitavelmente mudando a sociedade. Aqui os educadores, as famílias, o governo e toda a sociedade precisam ter responsabilidades iguais.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Consumo de água nas refeições


Evite consumir água junto às refeições
Nesse caso, os líquidos podem causar indigestão, pois dificultam a ação do suco gástrico, responsável pela digestão dos alimentos no estômago. Podem também causar gases e flatulência. E ainda: como os líquidos saem do estômago mais rapidamente que os alimentos, podem causar aquela sensação de "vazio" o que leva muitas vezes a pessoa a se alimentar novamente logo após a refeição, e o resultado disso todos já sabemos: ganho de peso. Por isso, a sugestão é procurar consumir água entre as refeições.

Esse aprendizado já faz parte da minha rotina faz muito tempo e vale a pena se disciplinar para isso.

domingo, 5 de outubro de 2008

Sempre aprendendo...


Falando um pouco sobre a atividade de Organização e Gestão da Educação...

Conforme nosso curso vai se desenvolvendo, vemos a relevância de estudarmos a história do processo e evolução da educação e, sempre, tudo aliado ao contexto histórico da época. Surpreendeu-me saber que a Constituição de l934 esteve durante apenas três anos e foi a que menos durou, vigorando somente um ano. Foi suspensa pela Lei de Segurança Nacional (Lei de Segurança Nacional é uma lei que visa garantir a segurança nacional de um estado contra a subversão da lei e da ordem.)

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Caminhando...

O nosso projeto está desenvolvendo-se muito bem. As colegas reorganizaram a página e acredito que tenha ficado mais bonito e organizado. Temos recebido visitas de outros grupos. Isso é importante pois assim podemos ter uma outra visão da construção do projeto e, às vezes, até contribuir com o outro grupo na forma de sugestões ou, ainda mesmo por elogios, o que são sempre muito bem vindos.

domingo, 21 de setembro de 2008

Enfrentando dificuldades...


No projeto de aprendizagem, a cada etapa, aparecem novos desafios. Tentei fazer o mapa conceitual através do link e tutorial sugerido. Mas, não consegui ainda. Vou tentar novamente porque iremos precisar construir outros mapas no decorrer do trabalho. Estamos iniciando o desenvolvimento do trabalho para conseguirmos responder a nossa questão de investigação.


Vamos lá colegas do grupo 16. Vamos a mais esse desafio.

domingo, 14 de setembro de 2008

Trabalhando em grupo...

Estamos iniciando o Projeto de Aprendizagens na forma de grupos. Novamente podemos colocar aqui a importância do trabalho em grupo onde aparece a cooperatividade, troca de idéias e novas aprendizagens. No semestre anterior, também elaboramos um texto coletivo no qual eu havia esperado maior participação dos membros. Porém, agora no projeto em andamento estamos todos colaborando. Algumas contribuem com idéias e outras sugerem alternâncias conforme a necessidade. Todo esse processo está colaborando para o andamento do projeto que acredito estar bem elaborado e acompanhado.

domingo, 7 de setembro de 2008

EDUCAÇÃO NACIONAL E SISTEMAS DE ENSINO

Mais uma vez pude confirmar a necessidade da contextualização de toda a história do país para a compreensão dos temas aqui abordados. Apesar de todas essas leis dando-nos vários direitos e deveres, o sistema escolar brasileiro está longe de funcionar adequadamente. Como podemos ver, se a constituição brasileira fosse realmente cumprida, esse seria sem dúvida o melhor país do mundo para se viver. Sem dúvida, é imprescindível respeitar a diversidade da população brasileira e criar uma constituição que valorize a educação. A partir do momento em que o Estado ou a União deixa de cumprir com seu papel desencadeia uma série de fatores problemáticos que se reflete nas demais instâncias. Não podemos deixar de lado a valorização do profissional da educação escolar que é um dos princípios da educação nacional que está escrito na LDB 9.394/96 e, que de longe está merecendo o respeito e pelos órgãos públicos e pela sociedade. O profissional da educação precisa de um tempo grande da sua vida, do seu tempo particular pra investigar e renovar seus conhecimentos porque as crianças têm sede de conhecer e entender o mundo que as rodeia. Dessa forma, é um desafio, pois exige muita coragem, força de vontade, vocação e amor.

domingo, 31 de agosto de 2008

Psicologia



Muito interessante o texto das oito idades do homem. Sempre lia Freud sobre as fases de desenvolvimento. Agora com a leitura de Erikson houve mais compreensão de atitudes das crianças e em mim mesma quando era criança e agora relacionando com a vida adulta.

Assim sendo, Erikson afirma que "a dimensão social que surge neste estágio tem em um dos pólos a iniciativa e, no outro, a culpa. O fato de se a criança vai sair deste estágio com senso de iniciativa superando, em muito, o senso de culpa, depende em grande parte de como seus pais respondem a essas atividades de iniciativa própria."

sábado, 23 de agosto de 2008

As políticas educacionais e o direito a educação


As políticas educacionais devem ter como finalidade o reconhecimento e a garantia do direito a educação para todos. A educação é um direito humano fundamental porque dela depende a realização do projeto de vida individual de cada pessoa e também a realização dos projetos coletivos sociais e culturais. O direito a educação não tem só a ver com a entrada na escola e com as vagas. O direito a educação é um direito completo, ele tem a ver com a gratuidade, com a pertinência e a inclusão e tem também relação com a qualidade. Os governantes, os secretários de educação e os funcionários públicos só concebem frequentemente a gestão do serviço educativo, mas eles não pensam no reconhecimento e a garantia do direito a educação. Daqui para frente terei um grande desafio na questão do entendimento da Organização e Gestão da Educação.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Apresentação Eixo IV


Nas apresentações do worKshop, nosso grupo mostrou-se participativo e sempre apareceram aprendizagens que não nos tínhamos dado conta. Desta vez eu estava bem mais calma do que na apresentação do eixo IV. Nesse sentido, a apresentação oral foi muito importante. Aprender com os erros, haver reflexão na ação do professor, mudanças pessoais, diversificação das aulas, avanços tecnológicos e os compartilhamentos de aprendizagens foram as questões mais apresentadas. Disto tudo, posso concluir que deve haver respeito no tempo do aluno e, também, no nosso tempo para os planos que fizermos, porque o acúmulo de tarefas e a falta de gerenciamento do tempo acarretam o stress. Portanto, dizer não e dizer sim em certos momentos é gerenciar o stress. Consegui perceber, ao final, que a sociedade é formada por Tempo e por Espaço e, no meio disto, estão os grupos sociais tão importantes para a criança. Gostaria de sugerir para a próxima apresentação a possibilidade de colocação de telões para apresentarmos nossos trabalhos e, assim, os colegas poderem visualizar os trabalhos também.

Reflexão da síntese eixo IV

Nesse semestre, novamente, pude contar com o material que postei no portfólio para a construção da síntese. Na construção deste material, percebi certa dificuldade para a organização do tema gerador, o Espaço e o Tempo. Durante o semestre, as aprendizagens tecnológicas contribuíram muito para o desenvolvimento das atividades mostrando sempre o lado desafiador de buscar o conhecimento para a consolidação da aprendizagem. Nesse período, aprendi que devemos olhar para o aluno de outra maneira, tendo a mesma curiosidade e vontade de aprender e, juntar-se ao aluno na busca do novo. Tudo isso foi revelado na construção do Plano Individual de Estudos, onde percebi que o professor realmente necessita de um plano de estudos para a organização de metas e objetivos, dominar assuntos e não cair no comodismo.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Planejando o tempo...


Preenchendo minha planilha de organização do tempo percebi que realmente tenho pouco tempo para a dedicação aos estudos. Entretanto, em relação aos semestres anteriores estou com uma certa vantagem, pois deixei de trabalhar (trabalho remunerado) por três manhãs. Mas, de certa forma, não posso utilizar todo esse tempo para os estudos porque quero dedicar-me um pouco mais para a minha família, para a minha saúde física e o trabalho doméstico. Também fiquei angustiada para encontrar um tempo para as leituras, as quais me comprometi no meu workshop no final do semestre anterior. Quero me esforçar para encontrar, dentro do tempo estipulado para o pead, tempo para essas leituras. Já estou iniciando a ler "Pedagogia da Autonomia" de Paulo Freire. A reorganização do nosso tempo no semestre que estamos iniciando é importante, pois servirá para organização e incentivo de cumprir metas. Para iniciar a completar a planilha optei em colocar primeiro meus horários fixos, meus deslocamentos e hora de dormir. Este último momento mencionado é muito importante para mim porque necessito de pelo menos oito horas de sono para estar disposta no dia seguinte e, ainda, pareço "não funcionar" após as dez horas da noite. Depois desta etapa, coloquei o dia da nossa aula presencial como atividade do pead e procurei encontrar outros horários possíveis. Coloquei em sábados e domingos à noite pelo fato de, muitas vezes, encontrar-me em casa sozinha pelos compromissos dos demais. Penso que conseguirei dar conta dos meus compromissos e quero me comprometer a não deixar para o último prazo para a entrega dos trabalhos. Não que isso tenha me prejudicado, pois houve necessidade disto em várias oportunidades. Sendo assim, tenho iniciado muito bem o meu compromisso pois estou a dois dias da entrega e estou pronta com três atividades, das cinco enunciadas. Espero que consiga cumprir (e vou conseguir).
LINK DA PLANILHA DE TEMPO

sexta-feira, 6 de junho de 2008

O Saber e o Sabor

O vídeo disponibilizado pelo Seminário Integrador IV é maravilhoso! São vários depoimentos de educadores que puxam pela memória passagens da sua educação quando criança, enfim, o que lhes marcou nessa época. Alguns citaram o professor desafiador, o respeitoso que acolhia a turma e não esquecia de dar um toque no braço do aluno pelo menos para expressar sentimentos de respeito e confiança, outros falaram em educação integral, um todo, o conjunto. Aí surge Rubem Alves exemplificando que as coisas que não nos são úteis e não nos dão prazer parecem como a água do macarrão onde aproveitamos o macarrão e a água desprezamos. O vídeo tem como título "O Saber e o Sabor". A partir disso, Paulo Freire lembra que o saber acontece na cabeça, enquanto que o sabor acontece na língua, na degustação. Saber é um coisa necessária, porém com suas comparações ele diz que o que adianta saber fazer a comida e não sentir o seu sabor, ou seja, degustá-la. Fala que saber e sabor tem a mesma origem etimológica. Diz que o sábio é especialista em sabor (sábio em latim quer dizer degusta). Resumindo, ele coloca que temos que além de saber, degustar o que sabemos, saborear nossos conhecimentos.O professor do futuro não deve ser aquele repetidor de conteúdos congelados num livro. A palestra de Vasco Moretto já afirmava isto. A educação se modificará quando o professor olhar para o aluno de outra maneira, tendo a mesma curiosidade e vontade em aprender e juntar-se ao aluno na busca C do novo. Rubem Alves diz "Educar não é ensinar a resposta, educar é ensinar a pensar." Complementando com Vasco Moretto que diz que a nossa tarefa é formar pensadores, não repetidores de idéias.

domingo, 1 de junho de 2008

Medindo...

Gostei muito da sugestão de atividade que encontrei em Matemática (uma colega também já havia mencionado na aula presencial) para realizarmos medições com as crianças utilizando medidas não convencionais. Quero aplicar esta atividade. Penso que será muito bem aceita pelos meus alunos, pois eles gostam de atividades diferenciadas e, ainda, essa atividade contribuirá para a utilização futuras medidas convencionais.

Importância da Linguagem


Assistindo a palestra de Vasco Moretto percebemos a necessidade de sermos um professor competente no nosso dia-a-dia diante das situações conflitantes. Vasco Moretto demonstrou muito bem que competência não se adquire, nós a desenvolvemos. Apontou também muitos erros que professores fazem na sua comunicação com o aluno, daí a importância da linguagem. Não posso me esquecer do exemplo dado por ele: um professor coloca como pergunta "em quantas parte se divide o corpo de um crustáceo?" o aluno responde "depende da cacetada que eu der". Está errado? Para o professor sim, pois isto não era o que o professor queria ouvir. Entretanto, se o professor iniciasse a pergunta dele falando das aulas onde aprenderam sobre os crustáceos e seus hábitos para então em cima disso perguntar das divisões do corpo, o aluno, a partir deste enunciado começaria a situar-se na sua aprendizagem e com certeza saberia responder à questão. Vasco Moretto defende muito que devemos formar alunos pensadores e não repetidores de conhecimentos. Enfim, a palestra dele foi pertinente. É uma pena que teve pouco tempo para expor seus pensamentos, havendo necessidade dele resumir seus ensinamentos. Mas, conheci um homem inteligente e da próxima vez que estiver em Sapiranga não podemos perder seus ensinamentos.

domingo, 25 de maio de 2008

Texto Colaborativo

Fazendo o texto colaborativo percebo a importância de sempre estar trabalhando com o nosso aluno as formas de cooperação, colaboração e interação. Mesmo não tendo laboratório de informática na maioria das escolas, essa é uma tendência para nosso futuro próximo.

Vejam como está sendo vista a aprendizagem colaborativa

Estamos incorporando ao processo de aprendizagem colaborativa o paradigma da interdisciplinaridade, da interatividade e da cooperação. Este é o paradigma da escola do terceiro milênio que, intermediado pela tecnologia, oportuniza a construção compartilhada do conhecimento. E, é justamente aqui que as aplicações das novas tecnologias da informação e da comunicação têm papel de destaque. Utilizar estas ferramentas para otimização do novo paradigma implica em rever concepções sobre interação, cooperação e colaboração e ao final incorporá-los aos ambientes de aprendizagem computadorizados.

Ana Margô Mantovani

domingo, 18 de maio de 2008

Conceito de sombra


Trabalho realizado numa roda de chimarrão com minhas três irmãs.

Para conseguirmos construir um conceito para sombra não foi tão fácil quanto pareceu ser. Hipóteses surgidas:
Sombra é o espaço onde a luz não conseguiu chegar devido ao objeto colocado em frente à luz.
Sombra é a imagem de um objeto que gera a sombra ( confuso, não? )
Sombra é muito bom quando estamos com calor, né?
Parecíamos crianças tentando adivinhar um conceito para a chamada sombra. O que ficou bem nítido para nós, adultos, que temos que observar mais a natureza e que é com ela que aprendemos muitas coisas que às vezes não damos importância. Agora mesmo, construa um conceito para sombra: ficamos uma olhando para outra e tivemos que pensar muito para chegar ao conceito de fenômeno “tão simples” da natureza; pensamos nas crianças também, se nós adultos foi “difícil” conceituar a sombra, imagina para as crianças que tem poucas vivências para compreenderem o que está a sua volta. Por fim a primeira hipótese de conceito é a que o grupo definiu como sendo tal. O trabalho foi muito válido nesse ponto.

Tempo e Espaço


A interdisciplina Representação do Mundo pelos Estudos Sociais está mudando significadamente meus conceitos quanto à ênfase do tempo e espaço. Nisso, considero que a prática docente não está me auxiliando, já que, apenas tenho experiência com Educação Infantil. Se tivesse turma mais alfabetizada, teria como fazer muito mais atividades que tenham escrita. Contudo, muitas atividades apontadas como exemplo da construção da noção de espaço, fazem parte da minha prática docente. Fazendo uma análise sobre conteúdos aprendidos no curso de magistério sobre o tema em questão existe uma grande lacuna onde percebo a pouca explanação de uma construção de conceito tão importante para o aluno. No meu aprendizado desta época interiorizei que localização espacial ficaria determinada aos conteúdos de Educação Física. Hoje, a partir da leitura das unidades do livro "Estudos Sociais: Teoria e Prática" percebo que podemos "...oferecer à criança oportunidades onde ela possa analisar os espaços sociais, compreendendo esses espaços como construções do homem, em determinado tempo de uma sociedade."

terça-feira, 13 de maio de 2008

Conceitos Matemáticos


Lendo e analisando a matéria lida envolvendo questões matemáticas, eu acrescentaria alguns aspectos na minha atividade feita anteriormente descrevendo onde haveria matemática na minha vida. Em primeiro lugar, somente apontei lugares onde encontro a matemática observando a numeração. Não observei o quesito de espaço e forma. Sendo assim, acrescento que vejo a matemática em várias outras situações observando a localização espacial, medidas, as formas dos espaços que ocupamos, enfim muito mais do que eu relatei inicialmente. Meus alunos estão construindo muitos conceitos de localização no seu dia-a-dia quando são desafiados nas atividades que envolvem conceitos como perto, longe, ao lado, à frente, em cima, embaixo... As atividades de movimentação foram poucas vezes realizadas. Realizei, no início do ano, um passeio pela escola, porém com o objetivo de conhecer os setores da escola e sua localização. Termos como amplo, grande, formato, quantidade e tamanho não foram explorados neste momento. Considerei a matéria da professora Tatiana bem pertinente, pois ela conseguiu envolver sua turma com várias atividades bem interessantes dentro do seu propósito que era desenvolver conceitos de localização e espaço físico. Algumas destas atividades, tive oportunidade de aplicar com minha turma de estágio quarta-série e ela conseguiu aplicar com muito sucesso com uma turma de primeira-série. Lendo esse material percebo, agora, que posso explorar mais esses conceitos com os meus alunos para que daqui a algum tempo mais, eu possa definir melhor a maneira como meus alunos enxergam o mundo e de que maneira o representam.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Ações individuais

Ficar esperando que o outro comece a fazer algo para mudar...

Pensando em ação individual, preciso verificar como é a minha ação em relação à questão ambiental. Como eu faço uso racionário da água, como separo meu lixo e outras pequenas questões. A humanidade é levada pelo consumo, cobiça e egoísmo, que de forma inconseqüente produz montanhas de lixo diário, continuam jogando esgotos nos rios, papéis no chão, desmatando florestas, e tantos outros crimes ambientais que são causados pela falta de consciência e educação ambiental. Cada um deve fazer a sua parte para não haver o desequilíbrio ambiental. São as ações individuais que geram tanto o desequilíbrio quanto o equilíbrio.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Troca de idéias

A atividade 6 de matemática envolvendo números e operações despertou uma curiosidade bem válida para enriquecer nosso trabalho pedagógico. Como aprendemos uns com os outros!!!! Entrei em alguns grupos e atividades e discussões riquíssimas para educadores. Os grupos estão divididos em séries, porém posso sempre adaptar as atividades para a realidade da minha turma. TERMINEI POR ANALISAR O GRUPO 8 E ESSA FOI MINHA POSTAGEM:

O grupo 8, do Pólo de Sapiranga, fez a sua atividade com alunos do primeiro ano.

Colocam que trabalham as quatro operações na forma de observações e práticas (atividades concretas). O grupo mostrou de forma bem sintetizada as funções dos números na nossa vida. Achei relevante que trabalham com bastante variedade e formas diferenciadas para trabalhar as quatro operações, cito aqui as dramatizações e materiais que as crianças gostam de manipular para chegarem aos seus objetivos. Realmente, conforme o grupo expôs, as maiores dificuldades estão, normalmente, na divisão e na multiplicação. Conforme o que lemos até aqui "...depende de como elas são ensinadas! Pela teoria dos campos conceituais, a compreensão dos conceitos referentes a essas operações deve começar a ser construída desde as primeiras séries, apesar de muitas escolas ainda inserirem esse conteúdo somente no currículo de turmas mais avançadas.”

A atividade sugerida sempre é bem aceita pelas crianças, porém poderia ser mais explorada. Num dos últimos questionamentos da atividade foi colocada a palavra “multiplicando as frutas” e, no meu entender, as crianças terão dificuldades em responder à questão. Os alunos só têm a ganhar quando aprendem todos os conceitos desde o início da escolaridade. Isto se confirma com a parte do texto que diz ”Problemas envolvendo ambas as situações devem ser explorados em um trabalho continuado que percorra toda a escolaridade.

Então, se eu que trabalho com educação infantil já trabalho as quatro operações, as meninas do grupo 8 do primeiro ano devem continuar a oferecer atividades desafiadoras e situações-problema que levem o aluno a desenvolver o seu raciocínio lógico-matemático de forma lúdica e agradável.

Seminário Integrador


Depois de refazer meu plano individual de estudos percebi, mais uma vez, a relevância de nos expressarmos corretamente e explicitando e argumentando nossos objetivos. Sendo assim, imaginei-me no lugar das tutoras e, lendo o meu trabalho anterior, percebo que realmente ele estava incompleto.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Tecnologia

Adquiri dois novos aprendizados sobre a tecnologia nessa semana. A pouco aprendi a linkar somente a atividade ou postagem do blog. Esse aprendizado é importante para quando quero linkar somente a atividade, não todo o blog. Outra conquista foi quando tive que acrescentar eventos na linha de tempo. Consegui. E sozinha! Que progresso! Pode parecer coisas simples, mas eu não sabia usar essas ferramentas.
Devagar se vai ao longe...

sábado, 12 de abril de 2008

Do acaso à intenção...

O texto " Do acaso à intenção em Estudos Sociais" mostra o fazer docente no ensino de Estudos Sociais para os primeiros anos do Ensino Fundamental, o que os alunos aprendem e o que é importante ensinar em Estudos Sociais, fala da relação professor x aluno, das metodologias, conteúdos e planejamentos importantes para sua execução, organização e da relação entre os conhecimentos prévios e experiências de vida dos alunos que contribuem para que a disciplina de Estudos Sociais seja, talvez, a mais flexível. A atividade relacionada ao texto oportunizou-me lembranças do tempo em que estava nas séries iniciais. Porém, como o ensino foi muito mecânico, possuo poucas lembranças agradáveis dessa época. Mesmo assim, a experiência foi válida.

Experimentando atividades...

Houve necessidade de aplicação da atividade de matemática em relação a números e operações.
Depois de planejada a aula, tive que organizar várias tarefas anteriormente: desenhos, pintura e recorte para depois aplicar a aula. Fiquei muito surpresa com o resultado alcançado. Foram capazes de alcançar o objetivo. Trabalhei com dado e dinheiro relacionando quantidade com número. Como é bom para o aluno e para o professor quando , através do planejamento e prática, alcança-se a satisfação e aprendizagem dos alunos.

Breeze


Essa semana passei por mais uma etapa como aluna do PEAD.

Agendei minha ida ao pólo para a realização do Breeze. Estava receosa quanto ao funcionamento deste. Depois da conversa com o Crediné pude verificar que essa tarefa pode nos ajudar bastante nas nossas dificuldades. Consegui expor minhas recentes vitórias e um pouco das minhas angústias. Percebo que assim os coordenadores do pead mostram-se preocupados na situação individual de cada aluno e procuram auxiliar na medida do possível. No semestre anterior não realizei o Breeze por falta do convite e agendamento. Quando tiver novamente, não exitarei em participar.

domingo, 6 de abril de 2008

Observando a natureza...

Recebi a Interdisciplina de Ciências com muitas expectativas. A atividade do desenho foi bem interessante onde, através dele, podemos conhecer a pessoa que desenhou e sua vivência e experiência com determinada ação e objeto. Estou imprimindo os dois textos recomendados para lê-los com atenção, pois o assunto está me interessando.

Matemática


A Interdisciplina de Matemática está vindo enriquecer nossa prática em sala de aula. No início observei uma dúvida em mim. Estaria claro o significado/diferença de classificação e seriação? Ficou evidente, após as atividades apresentadas e o material de apoio, que muitas vezes temos atitudes automatizadas sem haver reflexão. Então esclareço pra mim mesma que classificação se refere ao processo pelo qual se percebem semelhanças entre objetos e se agrupam as que são parecidas enquanto a seriação se refere ao processo pelo qual as coisas são comparadas e as diferenças são ordenadas entre elas. Estou gostando desta interdisciplina pelos desafios que ela está nos propondo para a melhoria das práticas.

sábado, 5 de abril de 2008

Comentários Linha de Tempo

Vivendo e aprendendo...
Como é interessante que quando visualizamos a linha de tempo das colegas, percebemos que alguns eventos foram esquecidos.
Comentei a linha de tempo das colegas Ana Adália e Isabel M. Quando abri, veio o primeiro impasse, aprender a ler a linha. Segundo impasse, poderia maximizar a tela.
Tentei abrir a linha de tempo das colegas Fátima e Gabriela e não havia eventos, sendo assim, não pude comentar.
Assim, mais uma atividade feita e mais um aprendizado na minha vida de estudante do PEAD.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Linha do Tempo





A elaboração e construção da linha do tempo, levou-me a diversas aprendizagens importantes. Aprimorei a ferramenta do link, consegui instalar o software acrobat reader para obter a tutorial, elaborei a linha do tempo sem problemas, porém antes disso, a colega Ana Adália me auxiliou porque a página não saía de create para iniciar addvents. Agora falta somente realizar os comentários dos colegas. Penso que, para isso, devo olhar as linhas de tempo pelos links no portfolio, retornar ao portfolio e fazer os comentários adequados. Enfim, mais uma conquista.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Matemática


Trabalho na educação infantil e as atividades que aplico com as crianças utilizando os conceitos de classificação e seriação surtem bons resultados de aprendizagem.
Penso que devemos aproveitar qualquer situação do dia-a-dia da sala de aula para trabalhar esses conceitos. No momento de guardar os brinquedos, na rodinha, na formação da fila e muitas outras oportunidades.
Os jogos da aula presencial, foram bem desafiadores e que, para a minha turma de jardim A com crianças de 4 anos deverei fazer alguns ajustes gradativos para chegar no nível do jogo apresentado (Pife). Tenho sempre uma caixa surpresa em minha sala e gosto, também, de aproveitá-la para introduzir conteúdos. Penso que do modo como foi nos apresentada a caixa, as crianças devem ter conhecimento prévio das formas geométricas ou blocos lógicos e, posteriormente, fazer jogos de classificação e seriação deste material que é riquíssimo. Como é bom saber que trabalhamos esses conteúdos diariamente com as crianças e muitas vezes não nos damos conta disso.

domingo, 30 de março de 2008

Avaliação do Eixo III

Após a construção da síntese das aprendizagens, deparei-me com mais um desafio: trabalhar com o powerpoint. Depois de muitos erros, o material ficou pronto. Entretanto, no dia da apresentação oral mais um desafio me esperava. Na manhã deste dia, verifiquei mais uma vez como iria apresentar e se o tempo determinado chegaria para isso. Abri o documento que estava salvo e treinei mais uma vez. Então, avistei um pequeno erro na palavra “aprendizagens”. Nesse dia, deveria passar no trabalho da minha filha antes de ir a Sapiranga. Daí pensei em levar o CD e pedir que ela corrigisse o erro já que não queria correr o risco de não conseguir arrumar. Chegando lá, o CD não continha nada. Iniciou-se uma correria para a resolução do problema. Mobilizei a família toda para isso. Sanado o sufoco, consegui chegar bastante atrasada a mais um desafio do dia. Resumindo, as apresentações já haviam iniciado e eu seria a primeira conforme a lista dos alunos. Gentilmente, a professora da interdisciplina de música e o tutor Gerson tentaram me acalmar e apresentei por último. Assisti várias colegas apresentarem-se até que consegui centrar-me e absorver o que diziam. Foi complicado.
Voltando às apresentações, nosso grupo mostrou-se participativo e sempre apareceram aprendizagens que não nos tínhamos dado conta. Em relação a esse aspecto, no momento, pensei e refleti de que maneira eu também poderia ter usado aquele aprendizado na minha aula. Contudo, estava nervosa devido ao acontecido e não tomei o cuidado de anotar. Nesse sentido, a apresentação oral foi muito importante. Aprender com os erros, haver reflexão na ação do professor, mudanças pessoais, diversificação das aulas, avanços tecnológicos, compartilhamentos de aprendizagens entre muitas aprendizagens foram as questões mais apresentadas. Penso que para a próxima apresentação precisaríamos de mais tempo e, assim, apresentar com mais calma e poder apresentar mais aspectos importantes que ficaram de fora.
Espero preparar-me com mais atenção para o próximo trabalho.

Avaliação do Eixo III


Na etapa inicial da construção do Portfólio de Aprendizagens, chegamos a questionar a sua validade e finalidade. Num momento, alguns comentaram que era uma tarefa que estaríamos fazendo sem retorno para a nossa aprendizagem. Entretanto, ao final, tínhamos a nossa disposição um riquíssimo material onde acumulamos nosso aprendizado. O melhor disto é que estava tudo documentado com detalhes preciosos. Esse recurso, criticado inicialmente, contribuiu para a elaboração da síntese de aprendizagens, onde colocamos as que consideramos principais para o nosso crescimento pessoal e profissional. Quero elogiar um ponto muito importante na construção do material. O ponto em questão localiza-se na ênfase que a coordenação e o grupo que organizou a síntese onde houve a inclusão do campo pessoal do aluno. Enfim, muitas foram as aprendizagens, mas não havia espaço para tudo. Sendo assim, é claro que muitas aprendizagens não constaram na síntese. Porém, penso que as mais importantes foram mostradas no material construído.